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A origem das Regras de Etiqueta

Você sabia que foi na Europa, a partir do século XVI, que regras de etiqueta passaram a ser escritas em manuais, que apresentavam formas de "polidez" ou "bom-tom"? Estes manuais eram destinados apenas às classes mais nobres, porém com o surgimento das mídias de comunicação em massa, no século XX e o aumento da sociedade de consumo, começaram a se dirigir também às classes inferiores da sociedade.


O primeiro filósofo a pensar sobre etiqueta foi Erasmo de Roterdão. Em 1530, ele publicou De Civilitate Morum Puerilium (Da civilidade dos costumes das crianças). Erasmo busca orientar a formação infantil, em relação às vestimentas, gestos, expressões faciais, dentre outras, demonstrando as boas e más maneiras. Também dá bastante importância para a etiqueta à mesa, onde se reconhece verdadeiramente quem é e quem não é nobre. Esta é a primeira obra que se tem conhecimento sobre este assunto.

Surgiu em 1558, na Itália, um segundo manual, de autoria de Giovanni della Casa, intitulado Galateo. O autor descreve, em narrativa, um senhor ensinando boas maneiras a um jovem.

No reinado de Luís XIV de França, que foram geradas as "sociedades da corte", as regras de etiqueta ganharam grande importância e divulgação.

Já no Brasil, o aprendizado e uso da etiqueta parece ter ganhado impulso em 1808, com a vinda da Família Real.

No fim do século XIX e no começo do século seguinte, as obras foram finalmente publicadas, e adotadas no ensino público.

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